Quando as suas mais bonitas obras tinham já sido criadas, ele teve um filho. Este não tinha a mesma perfeição, mas ainda assim era parecido com o pai.
O grande artista tinha gostado muito das obras que tinha criado, e portanto estas mereciam respeito, inclusive do seu filho.

Então o filho ficou muito baralhado, porque o palhaço tinha uma certa razão - ele era realmente desastrado e já lhe tinha acontecido tropeçar nos quadros. Pensou assim: "Que estarei eu a fazer aqui afinal? Só estou a atrapalhar as criações do meu pai! Será que era mesmo suposto eu existir?"
O pai-pintor chegou, e como entendia o filho extraordinariamente bem (mais do que o filho se entendia a ele próprio) percebeu o que se passava e disse: "Meu filho....é verdade que as minhas criações são belas e portanto merecem respeito e algum cuidado. Mas de modo nenhum tu te deves por depois delas. És meu filho! És alvo de um amor muito maior! Nasceste à minha semelhança!"

MRB
2 comentários:
olá!
Já costumo por cá passar, mas de forma silenciosa. Hoje decidi "quebrar o silêncio" para te convidar a passares por o meu blog http://viacristo.blogspot.com/, que deixei-te lá algo para ti.
Um abraço
Sofia
Olá Sofia!:)
Sê muito bem-vinda!:)
Quero agradecer-te, não só pelo presente que nos deixaste no teu blog, mas sobretudo por nos dares a conhecer o teu blog;)
Um beijinho e um Santo Natal
MRB
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